Rio Revolta

Análise Política, Histórica, Econômica e Social

Fordismo, Toyotismo e a Indústria Musical (continuação)

Esta entrada do blog é uma continuação e aprofundamento do post anterior, portanto é fundamental que o leiam aqui antes.

Por que este modelo toyotista ainda não triunfou? Teria ele falhado?

Dinossauros

Sabendo que o CDBaby já tem 9 anos e o Digital Audio Music (formato similar da Mp3.com) tem 12 e nenhum dos dois se transformaram em padrão de mercado, poderíamos pensar que este é um formato fracassado ou mesmo morto. Mas temos de nos perguntar:

É mesmo um formato morto? Teriam DAM e CDBaby fracassado?

Primeiramente temos que considerar o fato de que no momento em que ambos começaram, especialmente o DAM, o modo fordista de organização da música não estava saturado. É fundamental notar que no meio pro final dos anos 90 estava acontecendo um suicídio mercadológico: todo mundo estava comprando CDs e ‘rippando’-os, adicionando-os em suas bibliotecas pessoais no computador. A venda de CDs estava nas alturas, assim como a de Gravador de CDs, estes últimos com uma variedade incrível de marcas (até a Sony possuia alguns, apesar de ser dona de importantes selos), todo mundo estava comprando um monte de cds e adorando a idéia de salvá-los em mp3. Usar os equivalentes dos ipods eram “A” moda do meio ao final de 1990 (só para lembrar que os ipods foram lançados em 2001. De um ponto de vista mercadológico, é muito similar à gravação caseira de fitas e o boom de walkmans dos anos 80, assim como a livre troca de fitas que veio junto com ela, apenas a escala que tinha aumentado. Era a grande alegria de poder carregar o seu artista à qualquer lugar de maneira prática, com pouco peso e espaço. Lembrando que os cdplayers portáteis sempre foram atabalhoados e pulos/skips de faixas era um problema evidente. Sendo este um dos grandes trunfos do ipod.

Desta maneira, as vendas de CDs originais iriam ver um crescimento natural, formando o que muitos chamaram da “Era de Ouro” de cds, mesmo com o fato do Kazaa, Emule, Napster, Audiogalaxy e muitos outros sites do mesmo tipo se tornando cada vez mais difundidos. O limite da banda afetava a qualidade e o tempo para o produto atingir seu consumidor. Pessoas ainda compravam cds por causa da facilidade de acesso (só lembrar o boom do número de lojas de cd dos anos 90) e pelo valor material do produto.

Mas sozinho, o enorme sucesso dos anos 90 (e início dos 2000) do sistema fordista da Indústria Musical não pode explicar como e porque um modo mais eficiente, ainda que pequeno, não triunfou.

Primeiramente, reforçando o argumento do post anterior, nós temos que lembrar do que a história economica nos ensinou: para qualquer tipo de indústria, mudar completamente um estrutura e modelo de produção é extremamente caro e algo que leva muito tempo para se consolidar. O modo escravista por examplo, levou quase 500 anos para ser completamente destruído; o modelo soviético do super-partido controlando a propriedade levou 80 anos e ainda hoje há nações seguindo este modelo obsoleto. Mesmo nos modernos dias de hoje é tão caro e lento que o japão levou mais de 20 anos de altos investimentos (público e privado) para ter sucesso e ainda assim, existem partes da indústria que não se adaptaram a este modelo de organização, apesar de sua provada eficiência. Só isso já poderia explicar porque o formato “DAM” não ultrapassou o anterior. Mas isso não é perto de suficiente para nossa explicação.

Do ponto de vista mercadológico, o DAM não falhou como modelo de negócios. Mp3.com, empresa que desenvolveu esse formato, foi comprada apenas três anos depois de sua fundação (1998) pela Vivendi (um influente jogador do setor midiático sediado na França). O curioso é lembrar que a empresa só foi vendida depois de sofrer um gigantesco processo da Universal Music, quando perdeu 54 milhões de dólares na Justiça. Mas mesmo assim a empresa foi vendida por 300 milhões de dólares. E, julgando pela sua vida (12 anos), agora sob tutela da CBS Corp. o formato é financeiramente bem sucedido. Ainda valhe mencionar que o CDBaby foi comprado por U$22 milhões em 2008 e, de maneira alguma, é um “formato mal sucedido de negócio”. Au contraire.

Mas ainda assim nós poderíamos perguntar: por que este modelo não triunfou já que tem mais de 10 anos de idade?

A primeira causa é que não era um canal interessante para as bandas porque algo muito mais importante estava faltando no processo. Esse modelo resolveu apenas o problema de “prensagem/distribuição” do negócio com seu método sob-demanda que envolvia baixos riscos nesta área, estoques reduzidos e oferta controlada. Mostrando-se bom para DAM e CDBaby e bom para o artista que ganhava grande parte da venda final do disco, depois que os custos estavam cobertos. Na prática este modelo transformava a distribuição, anteriormente uma parte do risco de entrar no mercado, num serviço pré-pago, mas pré-pago pelo consumidor e não pelo artista. Lembrando, a venda vem antes do produto de fato.

Mas ainda assim, qual parte mais importante faltava então e por que ela não está faltando hoje?

A grande parcela é propaganda. Nos dias de internet lenta, a parte propaganda de qualquer lançamento consistia numa enorme parcela de qualquer orçamento de banda, portanto eram projetos altamente dependentes de altos financiamentos. Anúncios em tv, rádio e impressos eram parte crucial da indústria musical, daí, como dito acima, a fusão de gravadoras com empresas de marketing e propaganda durante os anos 80 e 90. É muito caro para qualquer banda tentar tv ou rádio, até para aquelas com certa fama. Gastos com anúncios consistiam as maiores despezas de grandes gravadoras e para a maioria dos projetos, uma garantia de boas vendas. Novamente a fusão da indústria musical com empresas de propaganda ganha um significado ainda maior.

Hoje, mais de uma década depois, o cenário é outro. Nós temos a difusão impressionante do acesso a internet rápida, todos estão buscando informação nela, não da tv e menos ainda do rádio ou mídia impressa. Qualquer especialista em marketing pode dizer que nos dias de hoje, o típico homem e mulher assistindo tv ou lendo o jornal não são os principais ‘alvos’ da indústria musical. Eles estão conectados online, visitando youtube, myspace, twitter, facebook e qualquer outra comunidade virtual. Mas isso tudo ainda é irrelevante num cenário mais amplo.

É irrelevante porque as relações digitais se tornaram parte crucial das verdadeiras relações sociais modernas.

As pessoas estão fundando comunidades pelas mais variadas razões, só para mencionar algumas: a busca de uma alma gêmea; pessoas com interesses comuns; pessoas querendo sexo fácil; fãs do Chicago Bulls; troca de conhecimento científico (entre as mais antigas comunidades virtuais); parceriais de negócio; relações de comércio; ou simplesmente a busca por siginificado na vida. Alguem com mais humor poderia gritar: “Assim como na vida real!“. Mas seria incompleto, teríamos de completar: “Sim, mas numa escala muito maior”. Internet é uma parte fundamental e permanente das modernas relações humanas. Nestes últimos 10 anos ela se tornou uma extensão do que fazemos “na vida real” e o fato do debate “internet não é vida real” – um lugar comum na sociologia dos anos 90 – ter se tornado totalmente obsoleto, apenas reforça isso. Internet É a vida real. É um palco de interação humana como ‘a rua’, é conexão direta e indireta ao mesmo tempo. Direta pelo fato de que nós estamos em conexão com pessoas reais do outro lado de uma tela, não é impessoal como a tv ou o rádio. Indireta porque não é tátil, não é material (apesar de webcams, impressoras de cheiro e etc…). É como a vida real, apenas a escla destas relações é que mudaram. Nós podemos ter amizades significativas com pessoas 1500 quilômetros de distância; podemos ter companheiros de poker do Japão, da Rússia e Peru; podemos discutir tópicos com pessoas da África do Sul e do Canadá ao mesmo tempo; podemos escutar música da Romênia, do Brasil e de Mali. A Internet conectou as pessoas permanentemente. Ninguém são pode negar este fato.

Mas isso não é tudo. O centro de porque a estrutura da Indústria Musical precisa mudar é muito mais complexo.

Nós não podemos esquecer que com a internet, propaganda e alcance-de-fãs tornaram-se imensamente mais baratos do que anteriormente. Isso aconteceu basicamente porque: google é grátis; youtube é grátis; twitter é grátis; myspace é grátis; facebook é grátis; orkut é grátis. Isso é Internet 2.0! Todos os principais canais de relações humanas são gratuítos e a imensa maioria é sustentado por propagandas de cada nicho específico enlaçados no interior dessas rede digital. Se internet é a vida real, cobrar de pessoas por interação humana neste nível seria um disparate completo.

Para adentrar ao assunto, nós precisamos voltar um pouquinho aos padrões sociais em relação à música e às leis que existiam antes da internet.

Por que emprestar um CD a um amigo ou familiar não é uma questão moral? Não apenas isso, relações de troca entre amigos e familiares é uma parte crucial das relações humanas. Se você tem um álbum que adora e quer que seu amigo escute, o único padrão moral é emprestá-lo o CD! Ninguém diria “vai comprar na loja, seu ladrão!” De fato, quando uma criança apresenta comportamento similar a este, ela é duramente reprimida por um adulto ou é transformada num outcast pelas outras crianças. E ainda tem mais. No nosso cotidiano nós facilmente cruzamos por diversas formas de compartilhamento coletivo, são músicos tocando numa esquina ou entrada do metrô; são  jovens com o som de um carro nas alturas tocando a última moda do funk; ou cantando canções de incentivo durante um treino de remo ou futebol; ou ainda torcendo ao som de Can’t Take my Eyes of You ou Roberto Carlos, com letra sobre o seu time do coração; ou o seu vizinho fazendo questão de mostrar ao prédio seu gosto musical dele; para não esquecer de teatro escolar, festas de aniversário e outras formas sociais de compartilhar música.

Por que isso era não só permitido mas um padrão social de comportamento nos tempos de vinil, fitas e até nos tempos de CD/DVD e agora, de repente, se tornou roubo e vilania?

Primeiro é importantíssimo lembrar: tecnicamente, todos estes exemplos de compartilhamento social de música que temos desde o surgimento da indústria musical, sempre foram ilegais. E isso é crucial saber. Emprestar, pegar emprestado, escutar publicamente música ou ler um livro em voz alta em público são atividades ilegais. Isso vêm escrito em pequenas mas significativas palavras em qualquer CD/vinil que você tem em casa.

Desde o início da Indústria Musical essas leis existiram mas raramente eram fiscalizadas de maneira rotineira, exceto em alguns regimes autoritários em que livros e músicas subersivas eram constamente sujeitas à censura. Em qualquer sociedade livre, essas letrinhas escritas nos CDs/LPs nunca foram fiscalizadas de fato e de certa maneira, essa fiscalização – quando feita – era frequentemente vista como rudeza e sem sentido. É quase senso comum se pensar que leis não deveriam regular relações humanas neste nível.

Portanto, todos estes exemplos são formas de compartilhamento social da música e – eu repito – sempre foram tecnicamente ilegais, mas não fiscalizados. Em sociedades livres este tipo de compartilhamento sempre foi largamente aceito, nós crescemos com esse tipo de prática nos últimos 70 anos da Indústria Musical, são praticamente quatro gerações aceitando estes valores como padrões sociais em relação à música e muitos acreditam que música é uma forma coletiva de expressão e relação humana, apesar destas leis contra este compartilhamento existirem desde o início. Teóricos do direito poderiam acrescentar: quando as práticas de uma sociedade sistematicamente vão de encontro com a lei escrita, não é a sociedade que está errada, mas as leis que não estão seguindo a realidade. O costume é a base de toda legislação orgânica e ao longo da história, as leis mudaram porque a sociedade mudou e não o contrário. O sistema da “Lei Comum”, tipicamente inglês, mas amplamente divulgado em suas colônias e áreas de influência pode ser definido assim:

Um “sistema de lei comum” é um sistema legal que dá grande peso aos precedentes da lei comum, no princípio que é injusto tratar fatos similares diferentemente em diferentes ocasiões. (wikipedia; italicos são meus).

Considerando isso, não é chocante ver que a Indústria Musical começou a botar na prática e fiscalizar duramente essas leis que ela nunca de fato se importou. Para justificar a repressão virtual ela precisa reprimir a “vida real” também. Há pessoas sendo processadas por escutar rádio no trabalho (*); por causa de festas de aniversário (*); tocando música num pub local (*); todas as formas “reais” de uso coletivo da música precisam ser reprimidas para justificar a repressão “virtual” a esse uso. “Roubo é roubo” alguns ainda colocam. Apesar de que por quase um século ‘pessoas reais’ compartilharam livremente ‘experiências musicais reais’ no ‘mundo real’, enfatizando mais ainda que esse tipo de comportamento não era considerado imoral, roubo ou qualquer ação sujeita a reprovação social.

Apenas o medo e a repressão podem fazer uma lei ser mais poderosa que o comportamento social comum e não é preciso ser um gênio para saber que este tipo de governo não pode persistir por muito tempo.

Apenas compreendendo que a ampla difusão da internet elevou as relações humanas em todos os seus formatos (amizades, sexo, torcida, comunidade, pesquisa científica, conversa fiada, compartilhamento de música) para um nível diferente, para uma escala muito maior. Apenas tendo consciência disso é que temos que comprender porque o compartilhamento digital de música é impossível de parar e nenhuma lei ou tecnologia poderá reprimir isso com sucesso sem ser grosseira e despótica. Pois no fim, todas as “relações humanas digitais” são relações humanas comuns, numa escala muito maior.

É inegável que antes da internet, emprestar, tomar emprestado, cantar em karaokes, escutar rádios em público, cantar em festas de aniversário e todos os outros formatos citados acima, eram interações sociais moralmente aceitas. Até a gravação caseira de mp3s em CDs não era reprimida, especialmente quando milhões de CDs estavam sendo vendidos. Era moralmente aceito que uma pessoa podia emprestar a familiares e amigos seu disco, ou poderia escutar rádio publicamente na vizinhança. Bem, e se alguém tiver 10 amigos reais ou até mesmo 100? Isso ainda seria moralmente aceito? E se cada um deles fizesse uma cópia para uso pessoal? Quando as pessoas emprestavam discos de vinil e cd nos anos 80 (o cd começou a ser comercializado em 1982), a prática de fazer cópias em fita não era sujeita a reprovação moral ou social. Então, sob que padrão universal alguém pode estar seguro que de 1000 membros de uma comunidade não são apenas amigos que gostam de compartilhar experiências, incluindo as musicais? Isso é humano.

Mas então nós músicos estamos ferrados então. Como diabos iremos viver da música num cenário como este.

Estamos em grande necessidade de mudança na nossa maneira de abordar a internet e as leis de Direitos Autorais relativas à música. Nós temos que objetivar a música, pensar na música numa maneira material e não numa forma subjetiva de trabalho abstrato. É a comoditização da música que poderemos abordar melhor em outro tópico futuro. A música precisa se tornar um produto como qualquer outro, protegida apenas contra plágio e uso não autorizado, portanto, precisa passar por uma imensa mudança estrutural. Neste viéis é que nós temos que mudar nossa visão sobre o compartilhamento online a produção da música.

Para nos aprofundar mais, vamos retornar ao pequeno selo independente dos anos 80 e 90.

Nesta época, panfletagem era uma das principais maneiras de anunciar shows e novos lançamentos, precisamente porque a banda ou pequeno selo não tinham dinheiro para anunciar em tvs ou mesmo em rádio ou outdoors. Isso era uma prática comum para bandas independentes: fazer muita panfletagem durante concertos de outras bandas, em áreas movimentadas pelo seu nicho, universidades e qualquer lugar movimento que quisessem. Mas no fundo a única razão disso era ganhar atenção. Similarmente era a execução pública da sua música antes e depois de um concerto, ou o carro-de-som tocando sua música e anunciando o conserto da banda no próximo fim de semana, culminando com o bizarro costume de bandas pagarem para abrir shows de outras bandas muito maiores. São várias as formas de panfletagem. Esse tipo de “ataque de nicho” era a forma mais barata de anunciar seu próximo concerto, lançamento de disco/dvd, todas as expressões materiais de sua obra.

Mas agora a panfletagem ganhou uma versão 2.0 turbo: a internet.

Com a massificação da Mp3, seu conteúdo material perdeu totalmente o valor, como qualquer mercadoria que inunda um mercado. Mas ao invés de ser completamente destruído, como qualquer produto que custa R$0,00, a mp3 se transformou em outra coisa. Ela se tornou propaganda, um veículo e não um produto, uma ponte entre o artista e o fã – um panfleto virtual. Não é muito diferente do que escutar Fergie no comercial do celular. É por isso que, apesar de 70% das pessoas (de todo o mercado) que pegaram o cd In Rainbows (Radiohead) não terem pago um centavo, nós podemos ter certeza de que 100% dos fãs (mercado de nicho) pagaram alguma coisa por isso, numa maneira crua, poderemos pensar que os 70% ‘perdidos’ são os gastos com propaganda. No entanto, deixemos o Radiohead de lado pois ela já era uma banda estabelecida quando fez isso e não é determinante para a explicação aqui.

Vamos fazer o exercício contrário. Vamos voltar e não considerar a mp3 como propaganda/panfleto como sugerido acima. Vamos analizá-la como a Indústria Musical faz atualmente: como um produto qualquer entrando num mercado, uma mercadoria como qualquer outra. O que acontece num mercado normal quando alguém apresenta o mesmo produto que você de graça numa esquina próxima? Ou você vai a falência ou voce chama a repressão. Essa lógica explica a aproximação da Indústria Musical e lobbies governamentais nos EUA (o novo presidente da RIAA, equivalente a um sindicato das gravadoras, dominado pelas Quatro Grandes, foi consultor e lobbista dos Republicanos nos EUA por mais de 15 anos) e também explica porque a recente onda de processos e atos legislativos contra todo o tipo de comunidade pública, digitais e “reais”. Com produtos baratos e abundantes num determinado mercado, o único jeito de elevar (e manter) o seu preço é controlar a demanda, pois você não pode controlar a oferta. Essa é a lógica de pensamento por trás das ações da Indústria Musical hoje. Controlar a demanda na internet não é apenas impossível como entra em direto conflito com os padrões sociais relacionados à música. Controlar a demanda desta maneira sem ser despótico, é inviável.

E nós o que faremos então? Se nós aceitarmos o fato de que música é um produto que tem uma demanda incontrolável, nós precisamos controlar a produção. E é por isso que este modelo toyotista “Just in Time”, apresentado atualmente pelo CDBaby e o DAM, vão se tornar o padrão de negócio e o compartilhamento online vai se tornar lugar de propaganda para a parte material, tangível da música: a mídia física e os concertos.

José Livramento

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